Dividendos Excel - Planilha Grátis
Controle dividendos, JCP e rendimentos de FIIs com histórico, cálculo líquido, gráficos e resumo mensal em Excel.
Veja a planilha por dentro
Dê uma olhada antes de baixar — é grátis e sem cadastro.
Esta planilha de dividendos em Excel registra proventos de ações, JCP e rendimentos de FIIs, calcula valor bruto, IR retido e valor líquido, e consolida tudo em um resumo mensal para você acompanhar o recebimento.
Ela traz a aba Base_Dividendos para lançar cada evento, a aba Resumo para enxergar totais e a aba Instruções para orientar o preenchimento. É o jeito mais prático de sair do extrato solto e enxergar quanto cada ativo realmente pagou ao longo de 2026.
As principais vantagens desta planilha de Excel
- Centraliza dividendos, JCP e rendimentos de FIIs em uma única base com datas de corte e pagamento.
- Mostra o valor bruto, o IR retido e o valor líquido de cada provento sem cálculo manual.
- Ajuda a comparar ativos pelo campo % do Total (Ativo), enxergando concentração de renda passiva.
- Organiza o histórico por mês/ano, o que facilita conferir os créditos de cada período em 2026.
- Reduz erro de lançamento com campos separados para ativo, ticker, setor, corretora e status.
- Facilita a conferência com a B3 ou com a corretora quando o pagamento não cai na data esperada.
- Gera uma visão mais clara do fluxo de entradas para reinvestimento ou uso no orçamento.
Passo a passo de como usar
- Abra a aba Base_Dividendos e preencha cada linha com data de corte, data de pagamento, ativo, tipo de provento e empresa/FII.
- Informe o ticker, o setor, a quantidade de cotas ou ações e o valor do provento por cota. Isso deixa o histórico completo para conferência depois.
- Preencha o IR retido quando houver retenção e use o campo de status para marcar se o valor foi recebido, pendente ou em conferência.
- Confira a aba Resumo para ver totais por mês, por tipo de provento e a distribuição dos recebimentos ao longo do tempo.
- Use a aba Instruções para padronizar o lançamento sempre do mesmo jeito, sem misturar datas, siglas ou observações.
- Ao final de cada mês, revise os lançamentos com base no extrato da corretora e na posição em carteira para evitar duplicidade ou falta de registro.
Recursos incluídos
Quem usa uma planilha de dividendos no dia a dia
Essa planilha faz sentido para quem recebe proventos com alguma frequência e quer parar de depender do histórico solto da corretora. O investidor pessoa física que acompanha carteira de ações, o cotista de FIIs que vive de rendimentos mensais e até quem reinveste tudo precisa de uma base limpa para saber quanto entrou de verdade.
A imagem 1 da aba Base_Dividendos mostra exatamente essa lógica: colunas para data de corte, data de pagamento, ativo, tipo de provento, ticker, setor, quantidade de cotas ou ações, valor por cota, IR retido e valor líquido. Com isso, você enxerga um pagamento de R$ 225,00 em 500 ações de BBAS3, por exemplo, sem precisar caçar informação em extrato antigo.
O investidor que acompanha a renda passiva
Quem tem carteira de 12 ativos costuma descobrir rápido que guardar só o comprovante não resolve. No fechamento do mês, a dúvida vira prática: quanto veio de cada papel, quanto ficou retido e qual foi o total líquido para reinvestir.
O cotista de fiis que precisa enxergar o mês fechado
Em FIIs, a rotina mensal pede controle fino porque o pagamento costuma variar por fundo, data e valor por cota. Se você tem 8 fundos e recebe em dias diferentes, a planilha evita confusão entre rendimento, provento e saldo líquido disponível.
O que a tributação e os registros exigem ao acompanhar proventos
Para ações e FIIs, a planilha precisa separar o que é rendimento isento, o que é JCP e o que veio com retenção de imposto na fonte. O campo de IR retido é importante porque JCP sofre retenção de 15%, e isso aparece no líquido que cai na conta.
Na prática, um lançamento com R$ 1.000,00 de JCP gera R$ 150,00 de imposto retido e R$ 850,00 líquidos. Se você não separar isso na base, o resumo mensal fica inflado e a leitura da rentabilidade fica errada.
Por que guardar o histórico completo ajuda na apuração
Mesmo quando o provento é isento, você precisa do registro para comprovar origem, datas e posição recebida. A organização por data de corte, data de pagamento e empresa/FII ajuda na conferência com a corretora e no controle do ano-base, especialmente quando a carteira cresce.
Quando o controle manual começa a perder qualidade
Se você lança 20 ou mais eventos por mês, ficar só no extrato bancário vira retrabalho. Nesse ponto, a planilha é melhor do que anotar em aplicativo genérico, porque ela já entrega o recorte por ativo, por mês e por tipo de provento sem misturar a conta pessoal com a carteira.
Com 20 ou mais lançamentos por mês, a próxima etapa natural é automatizar a importação e a classificação desses eventos com uma rotina em VBA, reduzindo retrabalho e mantendo o recorte por ativo, mês e tipo de provento.
Onde a renda passiva dá problema e quanto um erro custa
O erro mais comum é lançar o valor bruto como se fosse líquido. Em um recebimento de R$ 2.000,00 de JCP, esquecer a retenção de 15% distorce em R$ 300,00 a leitura do mês, e essa diferença costuma passar batida quando a carteira já tem muitos pagamentos.
Outro problema clássico é duplicar o mesmo provento quando a corretora mostra o evento em duas telas diferentes. Se você tiver 30 lançamentos por mês e errar só 1, o índice de conferência já fica comprometido, e a revisão vira caça ao número perdido em vez de análise patrimonial.
Quando a data de corte entra errada
Se a data de corte ficar trocada com a data de pagamento, a leitura da carteira quebra. Isso parece detalhe, mas em meses com vários ativos pagando perto do fim do mês você pode atribuir o crédito ao mês errado e inflar o saldo disponível em R$ 500,00 ou mais.
O custo de não separar por ativo e tipo de provento
Sem separar ações, FIIs e JCP, você perde a chance de saber o que realmente está gerando renda. Em uma carteira de R$ 100.000,00, um erro de classificação que desvie apenas 2% da renda já representa R$ 2.000,00 de leitura torta sobre o ano, e isso atrapalha o reinvestimento.
Como transformar o controle de dividendos em rotina fixa
O melhor jeito de essa planilha virar hábito é amarrar o lançamento ao mesmo momento em que você já olha a carteira. Pode ser toda vez que chega o extrato da corretora, no fechamento do mês ou logo após a data de pagamento dos fundos.
Se você recebe proventos de 15 ativos, deixe a rotina sempre no mesmo dia da semana e copie a base do mês anterior para evitar retrabalho. Um controle que leva 20 minutos por semana é muito mais sustentável do que um fechamento de 2 horas deixado para o fim do trimestre.
Copie o mês anterior e só atualize os novos eventos
Essa é a forma mais prática de manter histórico contínuo sem apagar fórmulas, filtros ou formatação. Você aproveita a estrutura já pronta e só acrescenta as linhas novas, o que reduz erro de preenchimento.
Quando vale sair da planilha e ir para outro sistema
Se a carteira começa a ter centenas de eventos por ano, múltiplas contas e conciliação automática com várias fontes, a planilha ainda ajuda, mas já não é suficiente sozinha. Nesse ponto, faz sentido usar a planilha como base de conferência e migrar a operação diária para uma ferramenta mais robusta.
- Use validação de dados para padronizar status como recebido, pendente e conferido.
- Revise o resumo mensal sempre na mesma data para não acumular lançamentos atrasados.
- Deixe a observação para divergências reais, como pagamento parcial ou valor diferente do esperado.
Quando a carteira já exige conferência de lançamentos e ajustes recorrentes, a previsão orçamentária do condomínio pode servir para comparar o previsto com o realizado no fechamento mensal.
Perguntas frequentes sobre esta planilha
Ela controla o histórico de proventos com data de corte, data de pagamento, ativo, tipo de provento, quantidade, valor por cota, IR retido e valor líquido. Assim, você não olha só o extrato: você enxerga quanto cada ativo pagou e quando o dinheiro entrou de fato.
Sim. A base foi montada para registrar dividendos, JCP e rendimentos de FIIs no mesmo arquivo, mas mantendo o tipo de provento separado. Isso ajuda a comparar o que veio de ações e o que veio de fundos sem misturar tudo no mesmo número.
Você compara o bruto com o IR retido. Se o provento tiver retenção de 15%, um pagamento de R$ 1.000,00 em JCP deve resultar em R$ 850,00 líquidos, antes de qualquer arredondamento ou ajuste da corretora.
Porque ela define quem tinha direito ao provento. Se você confundir data de corte com data de pagamento, o histórico mensal fica errado e você pode atribuir o crédito ao mês incorreto, principalmente quando vários ativos pagam perto da virada.
Sim. Quando você sabe quanto entrou líquido em cada mês, fica mais fácil estimar o capital disponível para reinvestimento. Por exemplo, um fluxo de R$ 600,00 por mês já cria R$ 7.200,00 em 12 meses, sem contar aportes novos.
Ela continua útil enquanto a carteira ainda cabe num controle manual bem organizado. Se você passa a ter muitos ativos, várias contas, dezenas de eventos por mês e necessidade de conciliação automática, aí a planilha vira base de conferência e não mais sistema principal.